Sigla deve selar aliança com governo Jerônimo Rodrigues (PT) na próxima sexta-feira, 2
Redação
![]() |
| Foto | Divulgação |
O PDT já é considerado carta fora do baralho do grupo do prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Progressista), às vésperas da formação de aliança com o governo Jerônimo Rodrigues (PT).
Bruno, que cumpre agenda em Brasília, confirmou na terça-feira, 29, o rompimento da parceria com a legenda, que a nível nacional é comandada pelo ministro da Previdência Social, Carlos Lupi.
“Entendo que o presidente do PDT, sendo ministro do governo do PT, seria muito difícil mantermos nossa aliança para 2026. Agradeço ao partido pelo apoio nas minhas duas últimas eleições mas, a partir de agora, seguimos caminhos diferentes”, disse Reis, em nota divulgada à imprensa.
A legenda deve selar apoio ao PT na Bahia na próxima sexta-feira, 2 de maio, como contou o secretário estadual de Relações Institucionais (Serin), Adolpho Loyola.
Antes, o ministro Carlos Lupi sentará à mesa com Jerônimo para discutir os últimos ajustes das tratativas visando as eleições de 2026. O encontro deve acontecer à tarde, durante o almoço.
Apesar disso, o prefeito Bruno Reis (União Progressista) diz que conta com apoio de políticos da sigla tanto de Salvador como do interior para reforçar o leque de apoio no pleito do ano que vem.
“Tenho a convicção de que diversos amigos e parceiros do PDT seguirão o nosso projeto político em Salvador e na Bahia”, acrescentou.
Exoneração
Um dos primeiros movimentos que marca a nova era política do PDT trata-se do pedido de exoneração da secretária municipal do Mar, Andrea Mendonça, irmã do deputado federal Félix Mendonça Jr., presidente estadual da sigla.
"Em respeito à nova missão definida pelo meu partido, o PDT, venho, por meio desta mensagem, solicitar meu desligamento do cargo de Secretária do Mar (SEMAR) da Prefeitura de Salvador", diz trecho do documento que um portal local teve acesso.

Nenhum comentário:
Postar um comentário